sábado, 17 de dezembro de 2016

Cowboy Bebop: O Mangá

Sim, eu tenho os mangás. Não, essa foto não são dos meus.

   Da série "Gibis velhos que você só vai encontrar nos sebos da vida"... Cowboy Bebop: O Mangá

Cowboy Bebop é de longe uma das minhas animações favoritas e não é pra menos: enredo fantástico; trilha sonora variada e criativa; personagens fortes e marcantes; roteiro minimalista e bem trabalhado. Por essas e outras é que os tripulantes da nave Bebop são lembrados e reconhecidos mesmo nos dias atuais...
...Mas o texto é sobre o mangá Cowboy Bebop e é sobre ele que falarei, pois esgotei toda a cota de puxação-de-saco no post anterior sobre o quanto eu amo Spike Spiegel e cia.


O Mangá
Lançado pela editora JBC no ano de 2004, o mangá Cowboy Bebop contava com 6 volumes meio tanko, com o preço de R$4,90; O mangá ficou a cargo da mangaká Yukata Nanten. Não conhece ela!? Bem, nem eu.

Capa da primeira edição do quadrinho.

Na época, ao que me parece, não foi um título aguardado ou bem recebido pelos leitores, contudo esse quadrinho passou a ser procurado pelos fãs saudosistas. Sim, a demanda é pequena. O que me deixa intrigado é como o valor da coleção completa pôde ter sido tão inflacionado. O caso do mangá Cowboy Bebop é tão singular que não consigo pensar em outro título que teve seu valor de capa inflacionado no mercado editorial brasileiro, afinal diferente de um Battle Royale que sempre foi adorado pelos fãs desde seu lançamento, Cowboy Bebop passou batido em seu lançamento e mesmo hoje poucos conhecem, logo, por que há pessoas que cobram até 120 mangos?? (momento desabafo, ignore).

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Atenção: O mangá não é uma adaptação do anime. Aqui temos histórias novas no estilo do desenho animado. Percebeu?
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Mas afinal, presta ou não?

Sinceramente, o mangá é mediano. Não tem nada incrível aqui ou que mereça destaque nesta humilde resenha.
Particularmente, gosto dele, sério. O que decepciona é o fato tanto da arte quanto do roteiro serem simples. Entende o que quero dizer? O anime era fenomenal (fenomenal!), aqui só é... bom. Os desfechos de uns capítulos tendem a ser mais cômicos; outros se voltam para a proposta do anime que é uma miscelânea de referências, contudo no mangá não funciona tão bem. Ele tenta ser ao máximo fiel ao anime, esse é um mérito que devo reconhecer. Agora, se você, leitor, vai gostar ou não, só lendo pra saber.
Vale a pena conferir? Sim, certamente. Caso seja fã da série que nem eu, eis um prato cheio. Diria até que vale a pena comprar a coleção completa. Só tenha cuidado com o quanto vai pagar...
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Clovis de Castro escreveu o texto e espera algum dia encontrar os volumes 1 e 5 para enfim completar a coleção. Vamos torcer por ele.

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